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Cachoeira Do Cravo - São Mateus - ES | A cachoeira é uma ant… | Flickr # Cachoeira do Cravo (Km 41, São Mateus – ES): história, rio Cricaré e como visitar com responsabilidade Cachoeira do Cravo, no km 41 de São Mateus, no norte do Espírito Santo, é bem mais do que um ponto para se refrescar no rio. O lugar reúne corredeiras do rio Cricaré, um casarão do século XIX ligado à história do Barão dos Aymorés, memórias de escravizados e imigrantes italianos, além de um sítio arqueológico hoje protegido por lei municipal. Santo Tourism Observatory Nos dados de referência usados neste guia, a Cachoeira do Cravo aparece com nota em torno de 4,6/5, o que reflete bem a combinação de cenário fotogênico com peso histórico. --- ## Onde fica a Cachoeira do Cravo - Município: São Mateus, litoral norte do Espírito Santo - Distrito: Nestor Gomes - Região: interior do município, às margens do rio São Mateus (também chamado de rio Cricaré) - Referência viária: região do km 41 na rodovia que liga São Mateus a Nova Venécia, com acesso por estrada local até a área da fazenda Do ponto de vista geográfico, a Cachoeira do Cravo é tecnicamente uma corredeira: o rio Cricaré corre sobre um leito de pedras, criando quedas pequenas, canais rasos e trechos de água mais agitada. Santo Tourism Observatory --- ## Um cenário de corredeiras, não de grande queda d’água Os inventários oficiais de turismo de São Mateus deixam claro: apesar do nome, a “Cachoeira do Cravo” é uma corredeira formada pela passagem das águas do rio Cricaré em leito de pedras, e não uma grande queda vertical. Santo Tourism Observatory Alguns pontos importantes sobre o ambiente natural: - Perfil do rio: - Trechos rasos com lajes de pedra, ideais para sentar com os pés na água em dias mais calmos. - Partes com corrente mais forte e redemoinhos – consideradas perigosas para navegação e que exigem cuidado extra de banhistas. Santo Tourism Observatory - Variação do volume de água: - O volume do Cricaré muda bastante ao longo do ano, acompanhando as chuvas. Santo Tourism Observatory - Meses como novembro e dezembro costumam ser os mais chuvosos na região, com aumento do fluxo do rio. - Banho e segurança: - Fontes regionais citam o rio como “ideal para banho” em certos trechos, mas sempre com o alerta de que não há estrutura de salvamento profissional. IJSN - O relevo de pedras e a força da água em épocas de cheia tornam indispensável seguir a orientação de guias e moradores, e evitar mergulhos em áreas desconhecidas. --- ## Fazenda histórica às margens do rio Cricaré O que torna Cachoeira do Cravo única é a presença do casarão histórico da antiga fazenda, à beira do rio. Ele aparece em praticamente todas as fotos: um sobrado branco com arcadas voltadas para a água. na Itália Pontos históricos confirmados em fontes públicas: - A área foi uma importante propriedade rural do Barão dos Aymorés, figura central da ocupação do norte capixaba no século XIX. - O barão represou parte do rio São Mateus/Cricaré para mover engenhos de cana-de-açúcar, instalados justamente na fazenda da Cachoeira do Cravo. - O complexo incluía: - a casa principal da família - o casarão à beira-rio, onde funcionavam engenhos e comércio - estruturas ligadas à mão de obra escravizada. Commons ### Escravidão, imigração italiana e memória negra A história local é marcada por dois movimentos fortes: 1. Escravidão e resistência: - A área da fazenda abriga um cemitério de pessoas escravizadas, ligado à memória de lideranças negras como Constância D’Angola. Diário - Reportagens recentes mostram que esse sítio arqueológico é protegido por lei municipal e vem sendo defendido por comunidades locais e órgãos de patrimônio. Diário 2. Imigração italiana: - A partir de 1887, o Barão dos Aymorés pediu oficialmente imigrantes italianos para trabalhar em sua fazenda na Cachoeira do Cravo, antecipando a abolição da escravatura. - Essa chegada de italianos se somou à população indígena, africana e luso-brasileira, tornando São Mateus o município com maior população afrodescendente do estado e uma forte presença de descendentes de italianos. Visitar Cachoeira do Cravo, portanto, também significa entrar em contato com camadas de memória – indígenas, negras e de imigrantes europeus – que seguem vivas em São Mateus. > Importante: por envolver um cemitério de pessoas escravizadas e sítios arqueológicos, o local merece respeito absoluto. Evite pisar em áreas sinalizadas, não recolha objetos do solo e siga sempre orientações de guias e comunidades. As discussões sobre proteção e uso do espaço são atuais e dinâmicas, e novas regras podem surgir. Diário --- ## Situação atual, proteção e conflitos recentes Em 2025, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) embargou atividades de um empreendimento da Suzano S.A. após destruição parcial de um sítio arqueológico na Fazenda Cachoeira do Cravo, em área protegida por lei municipal. Diário - A área impactada inclui o cemitério de pessoas escravizadas ligado à memória de Constância D’Angola. Diário - O embargo reforça que a fazenda e seu entorno não são apenas um “ponto de banho”, mas um território de patrimônio cultural sensível, em debate entre comunidades, empresa, órgãos de patrimônio e poder público. Como essas ações e recursos administrativos avançam ao longo do tempo, qualquer visitante deve: - verificar informações atualizadas com órgãos de turismo de São Mateus ou do Espírito Santo; - respeitar eventuais áreas interditadas ou sinalizadas; - priorizar visitas organizadas por iniciativas locais que valorizem o patrimônio e a memória negra. --- ## Como chegar à Cachoeira do Cravo (Km 41) ### De São Mateus (sede) - A Cachoeira do Cravo fica no interior do município, a cerca de 3 km do distrito de Nestor Gomes, às margens do rio São Mateus/Cricaré. - O acesso usual é pela rodovia que liga São Mateus a Nova Venécia, seguindo até a região do km 41 e, de lá, por via local de terra até a área da fazenda. > Como a sinalização pode ser limitada, vale conferir a rota em aplicativos de navegação usando “Cachoeira do Cravo, km 41, São Mateus – ES” como referência. ### Transporte público (situação sujeita a mudança) Aplicativos de mobilidade apontam: - A linha de ônibus 020 Nova Venécia / São Mateus (via km 47) atende a região, com parada próxima à Rua Cachoeira do Cravo, km 41, a poucos minutos de caminhada. - Horários de primeiro e último ônibus aparecem em torno de 05h52 e 20h03 no material consultado, mas isso depende de atualizações das empresas de transporte. > Atenção (dados sensíveis ao tempo): horários, linhas e frequências de ônibus mudam com frequência. Sempre confirme a informação diretamente com a empresa de transporte ou com o terminal rodoviário antes de planejar o passeio. --- ## Acesso, agendamento e uso da área A Cachoeira do Cravo está integrada a uma propriedade rural privada (fazenda). Isso aparece em documentos oficiais e em relatos de visitantes: o antigo engenho, o casarão restaurado e a área de corredeiras fazem parte de um conjunto privado, embora com grande interesse público e valor histórico. Santo Tourism Observatory Perfis regionais em redes sociais mencionam que: - Visitas devem ser agendadas, - em alguns casos há atividades de contato com a natureza e o rio, como banho e uso de pigmentos naturais para pintura corporal. > Essas práticas podem mudar de acordo com os proprietários, projetos turísticos, decisões judiciais e regras de proteção do patrimônio. Não há, nas fontes consultadas, uma tabela oficial e estável de horários ou valores de entrada – apenas o conselho de contatar a propriedade ou iniciativas locais antes de ir. --- ## O que fazer na Cachoeira do Cravo hoje Dentro desse cenário de fazenda histórica e corredeiras do Cricaré, o que costuma fazer sentido para quem visita? ### 1. Contemplar e fotografar o conjunto histórico - O casarão à beira do rio, com suas arcadas e palmeiras ao fundo, é o ponto visual mais marcante. Commons - As pedras do rio e a ponte nas proximidades criam enquadramentos interessantes, especialmente em dias de céu limpo. Esse visual rende bem para quem produz conteúdo sobre: - história da imigração no Espírito Santo; - rotas de fazendas históricas; - lugares de memória negra no Brasil. ### 2. Banho de rio com bastante cautela Fontes regionais indicam que: - O rio é usado para banho em dias de calor, em áreas mais rasas e calmas. IJSN - A corredeira é inadequada para navegação e pode apresentar pontos perigosos de correnteza. Santo Tourism Observatory Boas práticas: - Entre na água apenas onde moradores ou guias indiquem como seguro. - Evite saltos de pedras e mergulhos de ponta, já que o fundo de pedra pode variar e a visibilidade é limitada. - Lembre que não há registro de estrutura oficial de salva-vidas nas fontes consultadas. ### 3. Conectar a visita a um roteiro mais amplo em São Mateus A própria prefeitura e materiais turísticos destacam que São Mateus oferece: - Outras cachoeiras no rio São Mateus, como Cachoeira do Inferno e Cachoeira da Jararaca, também em forma de corredeiras; - um conjunto de praias extensas, como Guriri, e áreas de manguezal e restinga; - casarios coloniais tombados na área do Porto. É comum encaixar Cachoeira do Cravo em um roteiro de um dia pelo interior, deixando as praias e o casario histórico para outro dia ou para o fim da tarde. Âncoras naturais para links internos (a definir por você): - “mais dicas de viagem em São Mateus e região” - “outras cachoeiras imperdíveis no Espírito Santo” Você pode transformar essas frases em links para guias mais amplos do seu próprio site, sem precisar alterar o texto. --- ## Clima, melhor época e o que levar O clima de São Mateus é tropical quente e úmido, com: - temperatura média anual próxima de 24 °C; - verões quentes e chuvosos; - maior concentração de chuvas em novembro e dezembro. Para a Cachoeira do Cravo, isso significa:

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Updated April 16, 2024

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# Cachoeira do Cravo (Km 41, São Mateus – ES): história, rio Cricaré e como visitar com responsabilidade

Cachoeira do Cravo, no km 41 de São Mateus, no norte do Espírito Santo, é bem mais do que um ponto para se refrescar no rio. O lugar reúne corredeiras do rio Cricaré, um casarão do século XIX ligado à história do Barão dos Aymorés, memórias de escravizados e imigrantes italianos, além de um sítio arqueológico hoje protegido por lei municipal. Santo Tourism Observatory

Nos dados de referência usados neste guia, a Cachoeira do Cravo aparece com nota em torno de 4,6/5, o que reflete bem a combinação de cenário fotogênico com peso histórico.

## Onde fica a Cachoeira do Cravo

– Município: São Mateus, litoral norte do Espírito Santo
– Distrito: Nestor Gomes
– Região: interior do município, às margens do rio São Mateus (também chamado de rio Cricaré)
– Referência viária: região do km 41 na rodovia que liga São Mateus a Nova Venécia, com acesso por estrada local até a área da fazenda

Do ponto de vista geográfico, a Cachoeira do Cravo é tecnicamente uma corredeira: o rio Cricaré corre sobre um leito de pedras, criando quedas pequenas, canais rasos e trechos de água mais agitada. Santo Tourism Observatory

## Um cenário de corredeiras, não de grande queda d’água

Os inventários oficiais de turismo de São Mateus deixam claro: apesar do nome, a “Cachoeira do Cravo” é uma corredeira formada pela passagem das águas do rio Cricaré em leito de pedras, e não uma grande queda vertical. Santo Tourism Observatory

Alguns pontos importantes sobre o ambiente natural:

– Perfil do rio:
– Trechos rasos com lajes de pedra, ideais para sentar com os pés na água em dias mais calmos.
– Partes com corrente mais forte e redemoinhos – consideradas perigosas para navegação e que exigem cuidado extra de banhistas. Santo Tourism Observatory

– Variação do volume de água:
– O volume do Cricaré muda bastante ao longo do ano, acompanhando as chuvas. Santo Tourism Observatory
– Meses como novembro e dezembro costumam ser os mais chuvosos na região, com aumento do fluxo do rio.

– Banho e segurança:
– Fontes regionais citam o rio como “ideal para banho” em certos trechos, mas sempre com o alerta de que não há estrutura de salvamento profissional. IJSN
– O relevo de pedras e a força da água em épocas de cheia tornam indispensável seguir a orientação de guias e moradores, e evitar mergulhos em áreas desconhecidas.

## Fazenda histórica às margens do rio Cricaré

O que torna Cachoeira do Cravo única é a presença do casarão histórico da antiga fazenda, à beira do rio. Ele aparece em praticamente todas as fotos: um sobrado branco com arcadas voltadas para a água. na Itália

Pontos históricos confirmados em fontes públicas:

– A área foi uma importante propriedade rural do Barão dos Aymorés, figura central da ocupação do norte capixaba no século XIX.
– O barão represou parte do rio São Mateus/Cricaré para mover engenhos de cana-de-açúcar, instalados justamente na fazenda da Cachoeira do Cravo.
– O complexo incluía:
– a casa principal da família
– o casarão à beira-rio, onde funcionavam engenhos e comércio
– estruturas ligadas à mão de obra escravizada. Commons

### Escravidão, imigração italiana e memória negra

A história local é marcada por dois movimentos fortes:

1. Escravidão e resistência:
– A área da fazenda abriga um cemitério de pessoas escravizadas, ligado à memória de lideranças negras como Constância D’Angola. Diário
– Reportagens recentes mostram que esse sítio arqueológico é protegido por lei municipal e vem sendo defendido por comunidades locais e órgãos de patrimônio. Diário

2. Imigração italiana:
– A partir de 1887, o Barão dos Aymorés pediu oficialmente imigrantes italianos para trabalhar em sua fazenda na Cachoeira do Cravo, antecipando a abolição da escravatura.
– Essa chegada de italianos se somou à população indígena, africana e luso-brasileira, tornando São Mateus o município com maior população afrodescendente do estado e uma forte presença de descendentes de italianos.

Visitar Cachoeira do Cravo, portanto, também significa entrar em contato com camadas de memória – indígenas, negras e de imigrantes europeus – que seguem vivas em São Mateus.

> Importante: por envolver um cemitério de pessoas escravizadas e sítios arqueológicos, o local merece respeito absoluto. Evite pisar em áreas sinalizadas, não recolha objetos do solo e siga sempre orientações de guias e comunidades. As discussões sobre proteção e uso do espaço são atuais e dinâmicas, e novas regras podem surgir. Diário

## Situação atual, proteção e conflitos recentes

Em 2025, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) embargou atividades de um empreendimento da Suzano S.A. após destruição parcial de um sítio arqueológico na Fazenda Cachoeira do Cravo, em área protegida por lei municipal. Diário

– A área impactada inclui o cemitério de pessoas escravizadas ligado à memória de Constância D’Angola. Diário
– O embargo reforça que a fazenda e seu entorno não são apenas um “ponto de banho”, mas um território de patrimônio cultural sensível, em debate entre comunidades, empresa, órgãos de patrimônio e poder público.

Como essas ações e recursos administrativos avançam ao longo do tempo, qualquer visitante deve:

– verificar informações atualizadas com órgãos de turismo de São Mateus ou do Espírito Santo;
– respeitar eventuais áreas interditadas ou sinalizadas;
– priorizar visitas organizadas por iniciativas locais que valorizem o patrimônio e a memória negra.

## Como chegar à Cachoeira do Cravo (Km 41)

### De São Mateus (sede)

– A Cachoeira do Cravo fica no interior do município, a cerca de 3 km do distrito de Nestor Gomes, às margens do rio São Mateus/Cricaré.
– O acesso usual é pela rodovia que liga São Mateus a Nova Venécia, seguindo até a região do km 41 e, de lá, por via local de terra até a área da fazenda.

> Como a sinalização pode ser limitada, vale conferir a rota em aplicativos de navegação usando “Cachoeira do Cravo, km 41, São Mateus – ES” como referência.

### Transporte público (situação sujeita a mudança)

Aplicativos de mobilidade apontam:

– A linha de ônibus 020 Nova Venécia / São Mateus (via km 47) atende a região, com parada próxima à Rua Cachoeira do Cravo, km 41, a poucos minutos de caminhada.
– Horários de primeiro e último ônibus aparecem em torno de 05h52 e 20h03 no material consultado, mas isso depende de atualizações das empresas de transporte.

> Atenção (dados sensíveis ao tempo): horários, linhas e frequências de ônibus mudam com frequência. Sempre confirme a informação diretamente com a empresa de transporte ou com o terminal rodoviário antes de planejar o passeio.

## Acesso, agendamento e uso da área

A Cachoeira do Cravo está integrada a uma propriedade rural privada (fazenda). Isso aparece em documentos oficiais e em relatos de visitantes: o antigo engenho, o casarão restaurado e a área de corredeiras fazem parte de um conjunto privado, embora com grande interesse público e valor histórico. Santo Tourism Observatory

Perfis regionais em redes sociais mencionam que:

– Visitas devem ser agendadas,
– em alguns casos há atividades de contato com a natureza e o rio, como banho e uso de pigmentos naturais para pintura corporal.

> Essas práticas podem mudar de acordo com os proprietários, projetos turísticos, decisões judiciais e regras de proteção do patrimônio. Não há, nas fontes consultadas, uma tabela oficial e estável de horários ou valores de entrada – apenas o conselho de contatar a propriedade ou iniciativas locais antes de ir.

## O que fazer na Cachoeira do Cravo hoje

Dentro desse cenário de fazenda histórica e corredeiras do Cricaré, o que costuma fazer sentido para quem visita?

### 1. Contemplar e fotografar o conjunto histórico

– O casarão à beira do rio, com suas arcadas e palmeiras ao fundo, é o ponto visual mais marcante. Commons
– As pedras do rio e a ponte nas proximidades criam enquadramentos interessantes, especialmente em dias de céu limpo.

Esse visual rende bem para quem produz conteúdo sobre:

– história da imigração no Espírito Santo;
– rotas de fazendas históricas;
– lugares de memória negra no Brasil.

### 2. Banho de rio com bastante cautela

Fontes regionais indicam que:

– O rio é usado para banho em dias de calor, em áreas mais rasas e calmas. IJSN
– A corredeira é inadequada para navegação e pode apresentar pontos perigosos de correnteza. Santo Tourism Observatory

Boas práticas:

– Entre na água apenas onde moradores ou guias indiquem como seguro.
– Evite saltos de pedras e mergulhos de ponta, já que o fundo de pedra pode variar e a visibilidade é limitada.
– Lembre que não há registro de estrutura oficial de salva-vidas nas fontes consultadas.

### 3. Conectar a visita a um roteiro mais amplo em São Mateus

A própria prefeitura e materiais turísticos destacam que São Mateus oferece:

– Outras cachoeiras no rio São Mateus, como Cachoeira do Inferno e Cachoeira da Jararaca, também em forma de corredeiras;
– um conjunto de praias extensas, como Guriri, e áreas de manguezal e restinga;
– casarios coloniais tombados na área do Porto.

É comum encaixar Cachoeira do Cravo em um roteiro de um dia pelo interior, deixando as praias e o casario histórico para outro dia ou para o fim da tarde.

Âncoras naturais para links internos (a definir por você):

– “mais dicas de viagem em São Mateus e região”
– “outras cachoeiras imperdíveis no Espírito Santo”

Você pode transformar essas frases em links para guias mais amplos do seu próprio site, sem precisar alterar o texto.

## Clima, melhor época e o que levar

O clima de São Mateus é tropical quente e úmido, com:

– temperatura média anual próxima de 24 °C;
– verões quentes e chuvosos;
– maior concentração de chuvas em novembro e dezembro.

Para a Cachoeira do Cravo, isso significa:

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